Sou um eu desesperado
Sou um homem desesperado,
Num monte, em Calcutá.
Sozinho e isolado,
Sem ninguém com quem falar.
Não posso sair daqui,
Não posso sequer pensar
Pois estou desesperado,
Sem ninguém para me ajudar.
Nem sei se posso ver;
Nem sei se posso amar,
Pois tenho um desespero grave
E ninguém para me ajudar.
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21:09:49
Este poema é teu? Estou a gostar muito de ver o teu empenho nas aulas.
sim, este poema é meu
Jorge, tendo em conta o título do teu blogue poderias pesquisar acerca da Batalha de Aljubarrota. Primeiro terás que recolheres várias informações acerca das causas e consequências desta batalha entre castelhanos e portugueses; depois, a partir do relato de Camões, fazer um relato dos acontecimentos. Bom trabalho.